sexta-feira, 31 de outubro de 2025

BITCOIN – UMA NOVA E SURPREENDENTE MOEDA!

 

Este artigo apresenta uma análise educacional sobre Bitcoin baseada em fontes técnicas estabelecidas e documentação oficial. Para aprofundamento, consulte as referências listadas ao final. Apresento um sumário inicial, para uma visão ampla do artigo e, em seguida, o desenvolvimento dos tópicos. (Este blogue foi escrito com ajuda da Inteligência Artificial da plataforma digital Adapta.one.)

Sumário

  • Introdução
  • O Que é Bitcoin (BTC)?
  • Uma História Fascinante
  • Mineração: O Coração do Sistema
  • Descentralização: Liberdade com Responsabilidade
  • Os Três Papéis de uma Moeda
  • Segurança e Transparência
  • Desafios e o Futuro
  • Explicação Detalhada: Sequência Operacional do Registro de uma Transação Bitcoin
    • Fase 1: Início da Transação
    • Fase 2: Propagação na Rede
    • Fase 3: Processo de Mineração
    • Fase 4: Validação e Confirmação
    • Fase 5: Finalização
  • Desafios e o Futuro
  • Conclusão

Você já parou para pensar em como o dinheiro funciona? Desde crianças, estamos acostumados com moedas e notas que carregamos na carteira. Mas e se existisse uma moeda que existe apenas digitalmente, sem banco central controlando-a e que você pudesse enviar para qualquer pessoa do mundo em segundos? Bem-vindo ao Bitcoin, a criptomoeda que está revolucionando a forma como pensamos sobre dinheiro.

O Que é Bitcoin?

Bitcoin é uma moeda digital descentralizada – ou seja, não é controlada por nenhum banco ou governo. Você pode pensar nela como dinheiro puramente eletrônico que funciona através de uma rede de computadores espalhados pelo mundo. Diferente de uma transferência bancária comum, as transações em Bitcoin acontecem diretamente entre as pessoas, sem intermediários.

Uma História Fascinante

Tudo começou em 2009, quando uma pessoa (ou grupo) usando o pseudônimo Satoshi Nakamoto criou o Bitcoin. O objetivo era simples: criar um sistema de dinheiro que funcionasse sem precisar de bancos ou instituições centralizadas. Desde então, o Bitcoin cresceu de um projeto experimental para uma moeda que movimenta bilhões de dólares diariamente.

Mineração: O Coração do Sistema

Imagine que alguém precisa validar as transações em Bitcoin – confirmar que você realmente tem aquele dinheiro para enviar. Essa tarefa fica com os "mineradores". Eles são computadores poderosos que resolvem problemas matemáticos complexos para registrar transações. Como recompensa, recebem novos Bitcoins. Esse processo é crucial porque garante que ninguém trapaceie o sistema.

Descentralização: Liberdade com Responsabilidade

A maior diferença entre Bitcoin e moedas tradicionais é a descentralização. Não existe um "chefe" controlando tudo. Em vez disso, milhares de computadores ao redor do mundo trabalham juntos para manter o sistema funcionando. Isso significa que ninguém pode simplesmente "desligar" o Bitcoin ou mudar as regras do jogo sozinho. É democrático, mas também significa que você é responsável pela segurança de sua própria carteira digital.

Os Três Papéis de uma Moeda

Uma boa moeda deve fazer três coisas: servir como meio de troca (você pode comprar coisas com ela), ser uma reserva de valor (guardar riqueza) e ser unidade de conta (usar como referência de preço). O Bitcoin ainda está se consolidando nesses papéis. Alguns comerciantes já aceitam Bitcoin como pagamento, mais pessoas estão usando como investimento a longo prazo, e seu preço é frequentemente usado como referência em transações.

Segurança e Transparência

O Bitcoin utiliza criptografia – um tipo de código matemático super seguro – para proteger as transações. Cada transação fica registrada em um livro-razão público chamado "blockchain" (cadeia de blocos). Todos podem ver as transações, mas ninguém sabe quem está por trás delas (garantindo privacidade).

Desafios e o Futuro

Apesar do entusiasmo, o Bitcoin enfrenta desafios reais: o preço flutua muito, seu uso energético é alto e regulamentações ainda estão em desenvolvimento. Mesmo assim, sua tecnologia abriu portas para inovações financeiras que estamos apenas começando a explorar.

O Bitcoin não é apenas uma moeda – é uma revolução na forma como pensamos sobre confiança e valor na era digital.

Conclusão

O Bitcoin (abreviadamente: BTC) é uma moeda digital descentralizada, ou um dinheiro eletrônico. Teve início em 2009, tendo sido criada por alguém (ou um grupo) conhecido como Satoshi Nakamoto. As transações são validadas pelos chamados “mineradores”, que são computadores poderosos espalhados pelo mundo inteiro. Tem como objetivo triplo ser meio de troca, reserva de valor e unidade de conta, sendo que, como reserva de valor (de longo prazo,) já está mais avançada. Utiliza criptografia para registrar todas as transações no chamado blockchain, que é uma espécie eletrônica de “livro-razão”. Não é apenas uma moeda, mas uma verdadeira revolução na forma como pensamos sobre confiança e valor na era digital.

 


Explicação Detalhada: Sequência Operacional do

Registro de uma Transação Bitcoin

 

Para entender como o Bitcoin realmente funciona, é importante compreender a Sequência Operacional do Registro de uma Transação Bitcoin através do infográfico que ilustra 10 etapas principais.

(Material educacional original)

 
Diagrama

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Diagrama

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

(Infográfico: Material educacional original)

FASE 1: INÍCIO DA TRANSAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Usuário Inicia (👤): Tudo começa quando você decide enviar Bitcoin. Você usa sua carteira digital (um aplicativo no celular ou computador) e insere as informações necessárias: o endereço de quem vai receber o Bitcoin (seu amigo, por exemplo), a quantidade que deseja enviar e, finalmente, autoriza a transação com sua senha ou chave privada.
  2. Transação Criada (📄): Sua carteira digital gera um registro com todas as informações: quem está enviando, quem vai receber, o valor e uma "assinatura digital" sua que prova que você autorizou essa movimentação. Pense nisso como um cheque assinado digitalmente.

FASE 2: PROPAGAÇÃO NA REDE

(Material educacional original)

 

  1. Propagação para Rede (🌐): Essa transação recém-criada é enviada para a rede de computadores do Bitcoin. Diferente de um banco, onde sua transação vai para um servidor central, aqui ela é transmitida para milhares de computadores conectados globalmente, conhecidos como "nós" da rede Bitcoin.
  2. Mineradores Recebem (💻): Os computadores que atuam como "mineradores" recebem a sua transação (juntamente com muitas outras que estão ocorrendo ao mesmo tempo). Eles as colocam em uma espécie de "lista de espera" ou "pool de memória", aguardando para serem processadas.

FASE 3: PROCESSO DE MINERAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Mineradores Competem (🏃): É aqui que a "mineração" acontece. Milhares de mineradores em todo o mundo começam a trabalhar intensamente para resolver um problema matemático extremamente complexo. É uma competição para ver quem encontra a solução primeiro.
  2. Problema Matemático Resolvido (🧩): Um dos mineradores é o primeiro a encontrar a solução para o problema matemático. Essa solução é um código especial (chamado "nonce") que, quando combinado com os dados das transações e do bloco anterior, gera um resultado específico (um "hash": sequência fixa e única de caracteres) que a rede aceita. Esse processo leva, em média, cerca de 10 minutos para cada bloco.

FASE 4: VALIDAÇÃO E CONFIRMAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Bloco Validado (): Assim que um minerador encontra a solução e propõe um novo "bloco" de transações, os outros mineradores da rede verificam se a solução está correta e se todas as transações dentro desse bloco são válidas e legítimas. Eles chegam a um consenso de que o bloco é bom.
  2. Bloco Adicionado à Blockchain (⛓️): Com a validação da maioria da rede, o novo bloco é anexado permanentemente à Blockchain – a grande cadeia de blocos de transações. Uma vez que sua transação está neste bloco, ela se torna parte do histórico público e imutável do Bitcoin.

FASE 5: FINALIZAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Minerador Recebe Recompensa (🪙): O minerador que resolveu o quebra-cabeça e teve seu bloco validado recebe sua recompensa. Essa recompensa inclui Bitcoins recém-criados e as taxas de transação pagas pelos usuários de todas as transações que estavam naquele bloco.
  2. Transação Confirmada (🎯): Sua transação está agora oficialmente confirmada e é permanente. Seu amigo já pode ver o Bitcoin na carteira dele. A segurança da transação aumenta ainda mais com cada novo bloco adicionado à blockchain após o seu, tornando-a praticamente irreversível após algumas confirmações.

Resumo da Lógica Temporal:

  • Segundos: Sua transação é criada e propagada pela rede.
  • Minutos: Mineradores competem para incluí-la em um novo bloco (em média 10 minutos por bloco).
  • 1 Hora: Sua transação é incluída em um bloco e adicionada à blockchain, recebendo algumas confirmações.
  • Horas: Confirmações adicionais são adicionadas, aumentando a segurança e irreversibilidade da transação.

Por Que Isso Importa?

  • Descentralizado: Nenhuma autoridade central (banco ou governo) controla o processo.
  • Seguro: A criptografia avançada e o processo de consenso impedem fraudes.
  • Transparente: O registro na blockchain é público e pode ser verificado por qualquer pessoa.
  • Imutável: Uma vez confirmada, uma transação é praticamente impossível de ser alterada ou desfeita.

No próximo blogue explicaremos, com algum detalhe, o que significa a “mineração”, constituída pela busca da solução de um “problema matemático complexo”, que é conhecido também como Proof-of-Work (a prova de trabalho).

 

Referências Consultadas:

  • NAKAMOTO, S. Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System. 2008.
  • ANTONOPOULOS, A. M. Mastering Bitcoin. 2ª ed. O'Reilly Media, 2017.
  • Bitcoin.org - Documentação Oficial. Disponível em: https://bitcoin.org/
  • Banco Central Europeu. Virtual Currency Schemes. 2012.

Obs.: O texto foi gerado, na forma de rascunho, pela Inteligência artificial da plataforma Adapta.one, mas foi totalmente revisado, complementado e parcialmente formatado pelo Autor, que lhe atribuiu o título e lhe forneceu várias informações abordadas pela IA.

Uilso Aragono (outubro de 2025)

quinta-feira, 30 de outubro de 2025

Família - Formadora da Igreja: Exemplos Práticos de Vocação

 O texto trata da família cristã, particularmente católica, que tem a missão de ser formadora da Igreja, no sentido de constituí-la, como seus blocos fundamentais, mas também como educadora e formadora (na doutrina, na teologia, na pastoral) dos seus membros.

INTRODUÇÃO

A família é, sem dúvida, o berço da humanidade e, para a fé cristã, a célula vital da sociedade e da Igreja. O Papa Paulo VI e posteriormente São João Paulo II cunharam o conceito de “Igreja Doméstica” para sublinhar a sua essência e papel fundamental. É no lar que a fé ganha vida e se transmite de geração em geração, tornando-se o primeiro santuário onde Cristo é conhecido e amado.

Nesta “Igreja em miniatura”, os pais são os primeiros e mais importantes catequistas. Pelo testemunho de vida e pela palavra, eles têm a missão sagrada de incutir nos filhos os valores do Evangelho. Como exorta a Sagrada Escritura: “Estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; tu as inculcarás a teus filhos” (Deuteronômio 6:6-7).

COMO AS FAMÍLIAS VIVEM ESSA VOCAÇÃO NA PRÁTICA

1.1  Oração e Adoração em Casa

Famílias que rezam juntas edificam sua fé. A oração matinal antes do trabalho e da escola, o terço familiar à noite, a benção dos alimentos – estes momentos simples, mas profundos, criam um ambiente onde Deus é reconhecido como o centro da vida. Muitos pais testemunham que a prática diária da oração transforma completamente a atmosfera familiar, trazendo paz em momentos de tensão e reforçando os laços de amor entre os membros.

1.2  Educação Cristã pelo Exemplo

Os filhos aprendem mais pelo que veem do que pelo que ouvem. Uma mãe que serve ao próximo com generosidade, um pai que pratica o perdão genuíno diante das ofensas, avós que compartilham histórias de fé – estes exemplos gravam-se na memória e no coração das crianças. Uma família que frequenta a Missa dominical com entusiasmo, que estuda a Bíblia, que discute valores morais, forma cristãos conscientes e comprometidos.

1.3  Serviço e Caridade Familiar

Famílias que visitam enfermos, que alimentam necessitados, que apadrinham crianças em situação de risco, que trabalham voluntariamente em obras paroquiais vivem concretamente o mandamento do amor. Quando a criança acompanha seus pais numa ação caritativa, compreende que a fé não é apenas teoria, mas ação transformadora.

1.4  Vocações Nascidas do Lar

Quantos sacerdotes, religiosas e religiosos não testemunham que sua vocação foi nutrida pelo clima de fé vivido em casa? Pais que rezam pelos filhos, que respeitam as inclinações vocacionais, que creem que Deus chama para a santidade, abrem caminho para que gerações futuras sirvam à Igreja com devotamento.

1.5  Transmissão de Tradições Religiosas

A celebração das festas litúrgicas em casa – Natal, Páscoa, santos padroeiros – cria memórias afetivas ligadas à fé. Rituais como benção do presépio, jejum na Quaresma, celebração de orações especiais, ensinam às crianças que a vida cristã permeia todo o ano litúrgico.

O IMPACTO NA COMUNIDADE ECLESIAL

Quando uma família vive sua vocação de “Igreja Doméstica”, sua influência extrapola os limites do lar. Filhos educados na fé tornam-se líderes comunitários, membros engajados em pastorais, testemunhas vivas do Evangelho. A Igreja, portanto, cresce não apenas em números, mas em profundidade e autenticidade.

O amor conjugal, que espelha o amor sacrificial de Cristo pela sua Igreja (Efésios 5:25), cria um ambiente de segurança e afeto, propício ao desenvolvimento espiritual e humano dos filhos. Este amor é a base para que a criança encontre em casa o solo fértil para sua fé.

 

CONCLUSÃO

Assim, a família se revela não apenas como parte da Igreja, mas como sua formadora essencial. Ao cumprir sua vocação de “Igreja Doméstica” através de ações concretas e testemunho vivo, a família se torna um verdadeiro Sacramento de Salvação para o mundo – um farol de esperança e amor em tempos de incerteza, refletindo a própria imagem da Santíssima Trindade.

 

Uilso Aragono (outubro de 2025)

Texto elaborado com a ajuda da Inteligência Artificial da Adapta.one.

domingo, 31 de agosto de 2025

ORIENTAÇÕES SOBRE A EFICÁCIA DA COMUNICAÇÃO ORAL

 Este artigo se situa no âmbito da Oratória e da Comunicação. Pretende mostrar que a comunicação eficaz, pela boa oratória, não se esgota no desempenho do orador, mas depende também de outros fatores igualmente importantes: a assembleia ouvinte e o ambiente (auditório ou similar).

INTRODUÇÃO

A eficácia na comunicação não depende apenas de um excelente orador! Mas depende de, pelo menos, três fatores bem identificáveis: aquele que fala (o orador), os que escutam (a assembleia) e o ambiente (auditório, sala de aula etc.).

Entenda-se eficácia na comunicação como sendo o grau de atingimento do objetivo da comunicação (a mensagem), que parte da fonte (o orador), passa pelo meio pelo qual a comunicação se dá (o código linguístico) e chega aos ouvintes (a assembleia). Uma comunicação totalmente eficaz é tal que a mensagem chega com toda a perfeição aos ouvintes. Uma orientação, baseada na sigla CID, para alcançar essa eficácia total, é explorada abaixo.

O ORADOR

Verifica-se que a fonte da comunicação é o orador, que deve usar das técnicas da boa oratória para que sua mensagem seja a mais bem preparada e enviada possível. Para tal, existem muitas boas orientações para que o “texto”, o conteúdo, da apresentação seja, também, o mais eficaz possível: objetivo, claro, estimulante etc. Particularmente, a estruturação desse texto pode seguir as seguintes orientações: definição do tema; delimitação do tema; objetivo a ser atingido; introdução impactante; partes do conteúdo (em formas lógica e cronológica) e a conclusão.

O CÓDIGO LINGUÍSTICO

O código linguístico, usado pelo orador para que sua mensagem possa atingir os ouvintes, é o idioma comum entre o orador e a assembleia. Para que a mensagem possa ser bem apreendida pelos ouvintes, esses devem ser capazes de entender o idioma falado pelo orador. Portanto, para a comunicação eficaz, tem-se como pressuposto básico, o domínio da linguagem, tanto pelo orador quanto pelos ouvintes.

O OUVINTES

Para que, igualmente, a mensagem possa ser bem entendida e aproveitada pela assembleia, esta deve ser constituída por pessoas que estejam bem motivadas para a escuta da apresentação oral. Ter conhecimento antecipado do assunto a ser abordado pelo orador e estar municiado das bases que possibilitem sua boa compreensão contribuem para a boa e efetiva absorção da mensagem a ser transmitida durante a oratória.

O AMBIENTE

O ambiente em que se reúnem os ouvintes joga também um papel relevante e deve favorecer à comunicação eficaz. Trata-se aqui do auditório, da sala de aula, da igreja etc., em que se estabelecerá a assembleia dos ouvintes. Verifica-se, facilmente, que tal ambiente deverá oferecer as condições as mais adequadas possível para que a mensagem oral, que estará sendo transmitida pelo orador, possa ser bem recebida pelos ouvintes. É um fator, como os dois já citados (orador e ouvintes), igualmente importante para que a comunicação totalmente eficaz seja atingida.

A CID APLICADA AO ORADOR

A sigla CID, aplicada ao orador, traduz-se por: CativarInformarDesafiar. Deve-se entender, portanto, que o orador e o seu texto estejam bem preparados para atingir um objetivo triplo: cativar, informar e desafiar a assembleia.

Cativar: a assembleia dos ouvintes deve ser cativada por características atraentes do orador, tais como a simpatia, a segurança, a aparência etc. Elementos que possam perturbar a assembleia, desviando sua atenção, devem ser evitados pelo orador: vícios de linguagem, gestos inadequados, linguagem não adaptada à assembleia etc.

Informar: o conteúdo da palestra, da oratória, deve ser tal que inclua elementos informativos para a assembleia. Os ouvintes de uma conferência, uma palestra, uma homilia, ou um sermão estão ávidos por novos elementos de conhecimento do assunto. Apresentá-los e desenvolvê-los deverá ser objeto de atenção da parte do orador.

Desafiar: diante do que tenha sido apresentado, os ouvintes devem sentir-se desafiados a aprofundar os novos elementos informativos, de tal forma a aprofundá-los, para seu crescimento pessoal.

A CID APLICADA À ASSEMBLEIA

A sigla CID, aplicada à assembleia, traduz-se por: ConcentraçãoInteresseDeterminação. Deve-se entender, portanto, que a assembleia (ou os ouvintes) deva estar imbuída de algumas características fundamentais para a boa compreensão do tema apresentado pelo orador. São elas:

Concentração: os ouvintes devem ter sido bem motivados a participarem da palestra (ou equivalente) de tal forma a demonstrarem concentração no processo da apresentação oral; sem tal atitude (característica pessoal interior), por melhor que seja o desempenho do palestrante, por melhor que seja sua didática, a comunicação da mensagem falhará!

Interesse: cada ouvinte deverá manifestar interesse pelo tema tratado, de tal forma que isso ajude a sua concentração no tema apresentado. O interesse é fundamental para que se possa apreender melhor e mais eficazmente a mensagem transmitida.

Determinação: tendo em vista que o orador desafiará o ouvinte a aprofundar, a buscar mais informações sobre o tema proposto, é igualmente importante que o ouvinte esteja também disposto e determinado a dar continuidade ao estudo desse tema, após o término da apresentação. Afinal de contas, o autoestudo ou a educação contínua é algo muito incentivado no âmbito do autoaperfeiçoamento.

A CID APLICADA AO AMBIENTE

A sigla CID, aplicada ao ambiente (auditório ou similar), traduz-se por: ConfortoIluminaçãoDistribuição (de som). Deve-se entender, então, que as condições físicas do ambiente também influenciam a eficácia final da comunicação.

Conforto: se o ouvinte estiver em condições inadequadas, como, por exemplo, em pé, no calor ou espremido entre as pessoas, não haverá como ele possa aproveitar bem da exposição oral. Portanto, cuidar para que os ouvintes estejam em boas condições físicas é também fator relevante para que a comunicação eficaz aconteça em grau elevado.

Iluminação: um ambiente mal iluminado não contribui para a comunicação eficaz. A pouca luz vai atrapalhar eventuais anotações, da parte dos ouvintes, e poderá induzir ao sono, especialmente se for em um horário do início da tarde ou tarde da noite. Cuidar de que a iluminação seja a mais adequada possível é importante consideração para o sucesso da palestra.

Distribuição (do som): se não houver uma boa distribuição das caixas de som e uma adequada regulação dos níveis de sonoridade nas diversas partes do ambiente (auditório), a comunicação estará totalmente comprometida. Caixas de som devem ser colocadas, preferencialmente e se possível, nos cantos do ambiente, para que as duas paredes, a 90º uma da outra, possam projetar um som de melhor qualidade sobre os ouvintes.

CONCLUSÃO

A comunicação totalmente eficaz, durante uma apresentação oral, somente ocorrerá se forem levados em conta, pelo menos, estes três elementos: o orador, os ouvintes e o auditório. Não basta que o orador faça um excelente trabalho se os ouvintes (a assembleia) não estiverem devidamente motivados, concentrados e ainda determinados a colocar em prática os desafios propostos pelo orador; e se o auditório (o ambiente físico) não estiver também devidamente preparado para dar as condições adequadas à assembleia dos ouvintes para que essa possa aproveitar o mais bem possível a mensagem transmitida. São três elementos essenciais e que não podem ser esquecidos, para que se possa atingir alto grau de eficácia na comunicação oral.

Uilso Aragono (agosto de 2025)

quinta-feira, 31 de julho de 2025

SÃO JOSÉ NÃO FALHA: Pedi socorro como na hora da morte

 Abaixo, mais um texto retirado do livro "São José não falha", que contém muitas historietas relativas a testemunhos da ação de S. José, diante das necessidades de seus devotos. São histórias que servem para nos elevar a fé em Deus e nos seus santos.

Certa vez, ao comer ameixas, um caroço me engasgou na garganta de forma tal, que não conseguia nem engolir nem devolvê-lo para fora.

Meus pais, após algumas tentativas, foram procurar um médico. Este nada conseguia fazer. Apenas concluiu que se eu mesmo não o conseguisse expelir, único jeito seria uma intervenção cirúrgica. Assim passei horas agoniadas.

Ajoelhei-me perante um quadro de São José e lhe supliquei socorro, como na hora da morte. De repente, senti uma irresistível ânsia de vômito e já lancei fora o intruso caroço.

Oh, com que alívio agradeci à pronta ajuda de São José! Em ação de graças mandei rezar uma Missa em seu louvor. (Κ.Α.)

A Virgem Santa revelou à venerada Madre Maria de Ágreda, dizendo: "Os filhos do mundo vivem na maior ignorância a respeito da dignidade e das regalias que o Altíssimo concede a meu Esposo, e sobre o poder de sua intercessão junto à sua Majestade Divina e perante mim. Eu lhe asseguro, filha, que no Céu, muito ele consegue para afastar dos pecadores os castigos da justiça divina. Em suas necessidades, com confiança apele à mediação dele; o quanto meu Esposo pede, o Altíssimo concede aos que estão na Terra”.

Ref.: WEIGEL, A.M. São José Não falha – 100 histórias de São José. Edições Rosário, Curitiba, Brasil, 6. Edição, 1994.

Uilso Aragono (julho de 2025)

segunda-feira, 30 de junho de 2025

SÃO JOSÉ NÃO FALHA: Ajuda fora de série

 Abaixo, mais um texto retirado do livro "São José não falha", que contém muitas historietas relativas a testemunhos da ação de S. José, diante das necessidades de seus devotos. São histórias que servem para nos elevar a fé em Deus e nos seus santos.

Num beco silencioso de Augsburg há uma casa, cuja "porta aberta" eu conheço há 30 anos. Aqui se recolhem os fracassados da sorte a qualquer hora do dia. Os famintos são saciados, os desesperados são reanimados, os que têm dúvidas recebem conselhos, e os descrentes são tratados com o mesmo amor.

A mesa do meio-dia por vezes reúne 30 a 40 pessoas. No tempo da guerra, nem sempre foi fácil. Várias vezes o Pai da casa precisou intervir e entrar com notável colaboração. Em um caso, роrém, a Sua ajuda foi tão fora de série, que nos encheu de admiração a todos.

Quando Mariela, a auxiliar da cozinha, foi mandada à despensa para buscar um tanto de farinha, achou a arca vazia. Mariela lançou mão da arma de confiança. Pegou uma estatueta de São José e a colocou em cima da arca, dizendo: "Por favor, São José, veja, não há nada mais dentro; precisa ajudar-nos! Ou então nossa obra de misericórdia vai por água abaixo".

Após três dias, Mariela veio correndo para a dona da casa, avisando radiante de júbilo, que chegara um carro do moinho e acabava de entregar dois quintais (120 kg) de farinha de trigo e meio quintal (30 kg) de sêmola.

O doador não se identificou. Não foi isso uma bênção magnífica!? (R.M.H.)

Ref.: WEIGEL, A.M. São José Não falha – 100 histórias de São José. Edições Rosário, Curitiba, Brasil, 6. Edição, 1994.

Uilso Aragono (junho de 2025)


Quem sou eu

Minha foto
Sou formado em Engenharia Elétrica, com mestrado e doutorado na Univ. Federal de Santa Catarina e Prof. Titular, aposentado, na Univ. Fed. do Espírito Santo (UFES). Tenho formação, também, em Filosofia, Teologia, Educação, Língua Internacional (Esperanto), Oratória e comunicação. Meu currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787185A8

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