quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

OS TRÊS MELHORES CELULARES MOTOROLA DE 2026

 Este texto visa a mostrar os resultados de minha pesquisa sobre os três melhores celulares MOTOROLA da atualidade. Com base nessa pesquisa, pude decidir com clareza qual é o melhor para mim. E para o leitor? Qual será o seu?

1. Introdução

Se você está pensando em trocar de celular e quer saber qual Motorola vale mais a pena em 2026, chegou ao lugar certo! A Motorola, que já foi sinônimo de “tijolão” nos anos 90, hoje disputa espaço com gigantes como Samsung e Apple, trazendo modelos que vão do intermediário ao ultra premium. Mas afinal, qual é o melhor Motorola para cada tipo de usuário? Neste post, vou te ajudar a entender as diferenças entre os principais modelos: Motorola Signature, Edge 60 Pro e Moto G86. Vamos conferir?

2. Motorola Signature: O Topo do Topo

Se você gosta de luxo, tecnologia de ponta e quer um celular para durar muitos anos, o Motorola Signature é o seu match perfeito. Ele foi lançado como o flagship absoluto da marca, rivalizando com os melhores da Samsung e Apple. O design é super fino (menos de 7 mm!), feito com alumínio de avião e acabamentos inspirados em tecidos chiques, tipo linho. E não é só bonito: tem proteção contra água, poeira e até quedas, com certificações IP68, IP69 e padrão militar. Ou seja, é super resistente!

A tela é um espetáculo à parte: 6,8 polegadas, AMOLED, resolução altíssima e brilho de 6.200 nits (pode usar no sol sem medo). A taxa de atualização chega a 165 Hz, então tudo é super fluido. Para quem aprecia foto, são quatro câmeras de 50 MP, todas com tecnologia Sony LYTIA, e a principal tem estabilização óptica. O zoom chega a 100x no digital! E ainda tem inteligência artificial (IA) para deixar fotos e vídeos ainda melhores.

No desempenho, o Signature vem com Snapdragon 8 Gen 5, até 16 GB de RAM e até 1 TB de armazenamento. E o melhor: sai de fábrica com Android 16 e tem garantia de sete anos de atualizações! Ou seja, é para quem quer investir e ficar tranquilo por muito tempo.

3. Motorola Edge 60 Pro: Equilíbrio entre Potência e Preço

Agora, se você quer um celular potente, mas não quer gastar tanto, o Edge 60 Pro é a escolha ideal. Ele custa cerca de R$ 3.099 e entrega um ótimo custo-benefício. O processador é o MediaTek Dimensity 8350, que aguenta bem o tranco do dia a dia e até jogos mais pesados. O destaque aqui é a bateria: são 6.000 mAh, uma das maiores do mercado, com carregamento super rápido de 90W (e 15W sem fio). Perfeito para quem passa o dia fora e não quer ficar preso à tomada.

O design segue a linha quad-curva, com tela pOLED de 6,7 polegadas, resolução Super HD e taxa de atualização de 120 Hz. Tem proteção militar, Gorilla Glass, é fino e leve. Nas câmeras, são três atrás (principal de 50 MP, ultrawide de 50 MP e telefoto de 10 MP) e uma frontal de 50 MP que grava em 4K. O áudio também é ótimo, com som estéreo e cancelamento de ruído. Conectividade completa: Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, 5G e NFC.

4. Motorola Moto G86: O Campeão do Custo-Benefício

Se o seu foco é economizar, mas sem renunciar à qualidade, o Moto G86 é o queridinho do Brasil. Ele custa por volta de R$ 1.679 e traz recursos que antes só existiam em celulares caros. Tem proteção IP68 e IP69, resistência militar, tela pOLED de 6,7 polegadas com brilho de 4.500 nits e taxa de atualização de 120 Hz. E ainda tem a tecnologia Smart Water Touch, que permite usar a tela mesmo molhada – ótimo para o clima brasileiro!

O processador é o MediaTek Dimensity 7300, com 8 GB de RAM física e até 16 GB de RAM Boost, totalizando 24 GB. O armazenamento é de 256 GB e a bateria de 5.200 mAh dura até 41 horas! O carregador TurboPower de 33W garante recarga rápida. Nas câmeras, sensor principal Sony LYTIA de 50 MP com estabilização óptica e IA para fotos vibrantes. A frontal tem 32 MP, perfeita para selfies.

O Moto G86 não tem carregamento sem fio nem entrada P2 para fone, mas compensa com recursos inteligentes e conectividade 5G. A avaliação dos usuários é excelente, com nota 4.9 de 5 no Mercado Livre.

5. Comparativo Rápido

  • Signature: Para quem quer o máximo de tecnologia, luxo e suporte por muitos anos.
  • Edge 60 Pro: Para quem precisa de bateria gigante, desempenho equilibrado e preço competitivo.
  • Moto G86: Para quem busca resistência, tela brilhante e ótimo custo-benefício.

Todos rodam a nova interface Hello UI, baseada no Android 15 ou 16, e têm integração avançada com PCs via Smart Connect 2.0. O Signature recebe sete anos de atualizações, enquanto Edge e G86 recebem entre três e quatro.

6. Problemas e Pontos de Atenção

Nem tudo são flores: alguns usuários relataram problemas de bateria nos primeiros meses do Edge 60 Pro e Moto G86, além de bugs no painel de volume do Edge. A Motorola já lançou atualizações para corrigir esses pontos, mas vale ficar atento se for comprar modelos de remessa inicial.

Outro debate é sobre telas curvas versus planas. As curvas são lindas e imersivas, mas podem ser mais difíceis de proteger e suscetíveis a toques acidentais. O Moto G86, com tela mais plana, agrada quem prefere praticidade.

7. Conclusão

A Motorola em 2026 mostra que entende o consumidor brasileiro: resistência, bateria duradoura e integração com o mundo digital são prioridade. Se você quer o melhor dos melhores e pretende ficar muitos anos com o mesmo aparelho, vá de Signature. Se precisa de bateria para o dia todo e desempenho, o Edge 60 Pro é o ideal. E se quer economizar sem renunciar à qualidade, o Moto G86 é imbatível no custo-benefício. O importante é escolher o modelo que mais combina com seu estilo de vida e bolso – todos representam o que há de mais moderno da Motorola hoje!

Uilso Aragono (jan. 2026)

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O PRESÉPIO E O ESPANTO DO MUNDO

 Uma poesia de Natal criada por mim, com a ajuda da inteligência artificial da Adapta.one. Dei o título, as ideias básicas o número de quadras, e a ferramenta fez as rimas.

                                        O Presépio e o espanto do mundo

Na palha humilde, o tempo se detém,

José e Maria vigiam o espanto.

O presépio é pouco, nada mais contém,

Senão a luz que verte em cada canto.

 

O Verbo se fez carne e pisou o chão,

Mistério que o homem não sabe ler.

Deus habita agora o nosso coração,

No gesto frágil de apenas nascer.

 

O amor, que era pedra e desengano,

Renova-se no sopro deste dia.

O afeto divino e o querer humano,

Fundem-se em prece e em melancolia.

 

Converte-se a alma, outrora tão fechada,

Diante do menino que tudo perdoa.

A vida, que parecia quase nada,

Em nova esperança enfim ressoa.

 

Que a paz não seja apenas um desejo,

Mas o pão partido em cada mesa.

No Natal, em cada abraço e beijo,

Cura-se o mundo de sua tristeza.


Uilso Aragono (dez. de 2025)

sábado, 29 de novembro de 2025

O PROBLEMA MATEMÁTICO DO BITCOIN: ENTENDENDO O PROOF-OF-WORK

 Este segundo artigo  sobre moeda digital apresenta uma análise educacional sobre o Bitcoin baseada em fontes técnicas estabelecidas e documentação oficial. Para aprofundamento, consulte as referências listadas ao final. Apresento um sumário inicial, para uma visão ampla do artigo e, em seguida, o desenvolvimento dos tópicos. (Este blogue foi escrito com ajuda da Inteligência Artificial da plataforma digital Adapta.one.)

1. O Que é o Problema Matemático Complexo?

O "problema matemático complexo" do Bitcoin é tecnicamente chamado de Proof-of-Work (Prova de Trabalho). Não é um quebra-cabeça que requer inteligência criativa como um Sudoku – é na verdade um processo repetitivo e computacionalmente intensivo baseado em criptografia hash.

Um hash é uma função matemática que transforma qualquer quantidade de dados em uma sequência fixa e única de caracteres. Por exemplo, se você usar a função SHA-256 (o padrão do Bitcoin) na palavra "Bitcoin", sempre obterá o mesmo resultado: 4bc9a8ab5ff9eef90671d13f57fb27936dc07d68a84e01141474922f45adc74c. Mas se você mudar apenas uma letra – "bitcoin" (minúscula) – o resultado é completamente diferente: 6b88c087d442c4d30d3e751a9e7b84de899586651c1946b0a3b1b246cf25ceea.

O grande segredo aqui é que você não consegue prever qual entrada produzirá um hash específico. É como tentar adivinhar qual número, quando processado por uma máquina especial, resultará em um número terminado em "000000". A única solução é testar números repetidamente até acertar.

Por que isso importa para a segurança? Porque torna extremamente caro e demorado falsificar transações. Se alguém quisesse mudar uma transação antiga, teria que resolver novamente todo o quebra-cabeça de todos os blocos posteriores, o que é computacionalmente impossível.


2. Como o Problema Matemático Se Relaciona com os Dados das Transações

Os mineradores não trabalham sozinhos resolvendo problemas abstratos. Eles trabalham com blocos de transações reais. Cada bloco contém:

  • Dados de transações: quem enviou Bitcoin, quem recebeu, quanto foi enviado
  • Timestamp: hora exata em que o bloco foi criado
  • Hash do bloco anterior: isso conecta o novo bloco ao anterior, formando a corrente
  • Nonce: um número especial que os mineradores irão variar repetidamente

O minerador pega todos esses dados, adiciona um número (nonce) e aplica a função hash SHA-256. O objetivo é encontrar um nonce que, quando combinado com os dados do bloco, produza um hash que comece com um número específico de zeros.

Por exemplo: A rede Bitcoin atualmente exige um hash que comece com aproximadamente 19 zeros (isso muda conforme a dificuldade se ajusta). Um hash válido poderia parecer assim:

0000000000000000000abcd1234567890... (seguido de mais caracteres)

Um hash inválido seria:

0000000000000000001bcde5678901... (tem apenas 18 zeros no início)

A relação crítica é: você não consegue resolver o quebra-cabeça sem ter exatamente os dados corretos do bloco. Se uma transação no bloco for alterada, o hash muda completamente, invalidando toda a solução. É por isso que o problema matemático protege a integridade de todas as transações contidas no bloco.


3. Como os Mineradores Resolvem o Problema

Os mineradores resolvem o Proof-of-Work através de força bruta computacional: tentativa e erro repetido bilhões de vezes por segundo. O processo é feito em conjuntos (vários  Pool de mineradores) e tem característica de jogadas probabilísticas: quanto mais mineradores, mais rápida será encontrada a solução.

O Processo Passo-a-Passo:

  1. Coleta de dados: Os mineradores recebem um bloco com transações não confirmadas e o hash do bloco anterior.
  2. Inicialização do nonce: Começa com nonce = 0.
  3. Cálculo do hash: Combina [dados do bloco + nonce = 0] e calcula o SHA-256.
  4. Verificação: O hash resultante começa com o número de zeros exigido? Se sim, eureka! Se não, continua.
  5. Incremento: Aumenta o nonce para 1 e repete o cálculo do hash.
  6. Repetição massiva: Continua esse processo, testando nonce = 2, 3, 4, 5... até milhões, bilhões de valores.
  7. Sucesso: Finalmente, um nonce produz um hash válido.

Velocidade: A rede de computadores (nós da rede) consegue, conjuntamente, fazer trilhões de cálculos hash por segundo. Mesmo assim, em média, leva 10 minutos (600 segundos) para encontrar a solução. Isso significa que a rede está testando aproximadamente 600 trilhões de combinações diferentes, nesse tempo,  numa suposta velocidade de trilhões de cálculos hash por segundo,  antes de uma solução ser encontrada.

A rede Bitcoin monitora isso e ajusta a dificuldade automaticamente. Se os mineradores estão resolvendo os blocos muito rápido (menos de 10 minutos), a rede exige mais zeros no início do hash (ficando mais difícil). Se está muito lento, exige menos zeros (ficando mais fácil). Isso garante que, em média, um novo bloco é adicionado a cada 10 minutos, independente de quantos mineradores estejam na rede.

 

4. Exemplo Prático Completo

Vamos seguir uma transação real do começo ao fim para entender toda a mecânica.

Cenário:

João quer enviar 0,5 Bitcoin para Maria. Ele usa sua carteira e cria a transação. A transação é difundida pela rede e chega a um conjunto de mineradores chamado "Pool A".

Passo 1: Coleta do Bloco

Pool A (além de vários outros Pools) recebe essas informações:

  • Bloco anterior hash: 0000000000000000001a2b3c4d5e6f7g8h9i... (um hash válido do bloco anterior)
  • Transações: João → Maria (0,5 BTC), Alice → Bob (1,2 BTC), Carlos → Dana (0,3 BTC), e mais 97 outras transações
  • Timestamp: 2025-10-31 14:32:15
  • Dificuldade alvo: Hash deve começar com 19 zeros

Passo 2: Tentativa 1

Pool A cria seu bloco e tenta:

Dados do bloco + Nonce 0 → SHA-256 → 001a2b3c4d5e6f7g8h9i... (começa com apenas 2 zeros)

Falha. Não tem 19 zeros.

Passo 3: Tentativas Repetidas

Nonce 1 → 01a2b3c4d5e6f7g8h9i... (começa com 1 zero) – Falha; Nonce 2 → 2b3c4d5e6f7g8h9i0j1... (nenhum zero) – Falha; Nonce 3 → 3c4d5e6f7g8h9i0j1k2... (nenhum zero) – Falha; ... Nonce 847.291 → 0000000000000000001a2b3c4d5e6f... (18 zeros) – Falha! Quase lá! Nonce 847.292 → 000000000000000000a2b3c4d5e... (19 zeros!) – SUCESSO!

Passo 4: Verificação e Propagação

Pool A encontrou a solução! Imediatamente:

  1. Verifica sua própria solução: Confirma que Nonce 847.292, quando combinado com os dados do bloco, realmente produz um hash com 19 zeros.
  2. Propaga para a rede: Envia o bloco válido para todos os outros mineradores e nós (que inclui o Nonce = 847.292).
  3. Outros validam: Todos os computadores da rede verificam: "Sim, esse nonce + esses dados = hash com 19 zeros. Bloco válido!"
  4. Adiciona à blockchain: O bloco é permanentemente adicionado à corrente. O hash deste bloco agora se torna o "hash do bloco anterior" para o próximo bloco.
  5. Recompensa: Pool A recebe 6,25 BTC (recompensa atual) + taxas das transações (digamos, 0,15 BTC).

Passo 5: João e Maria Confirmados

A transação de João para Maria está agora:

  • Incluída em um bloco (o bloco 847.292; o bloco é denominado pelo seu Nonce)
  • Protegida por criptografia (alterá-la invalidaria o hash)
  • Permanente (não pode ser deletada)
  • Confirmada (após 5 blocos adicionais, terá 6 confirmações, o padrão de segurança)

Se alguém tentasse voltar e alterar a transação de João (reduzindo o valor para 0,4 BTC, por exemplo), o hash do bloco mudaria completamente. Isso quebraria a corrente, pois o próximo bloco aponta para um hash que não existe mais. Toda a rede rejeitaria imediatamente.


5. A Importância Estratégica do Proof-of-Work

O problema matemático complexo cumpre três funções críticas:

Segurança: Torna extremamente caro atacar o sistema. Para alterar uma transação de 6 blocos atrás, você precisaria:

  • Resolver novamente aquele quebra-cabeça (impossível, pois a dificuldade aumentou)
  • Resolver todos os 5 blocos posteriores (computacionalmente irrealista)

Consenso Distribuído: Mineradores diferentes competem honestamente. Não há votação política – apenas a física (poder computacional).

Escassez Digital: A dificuldade ajustável garante que Bitcoins sejam criados em ritmo previsível, tornando-o uma moeda verdadeiramente escassa (o que está associado ao valor estável da moeda).

6. Conclusão

O problema matemático complexo associado à mineração do Bitcoin, tecnicamente chamado de Proof-of-Work, è um processo repetitivo e computacionalmente intenso, baseado na criptografia hash, e, por consequência, altamente consumidor de energia elétrica. Qualquer tentativa de fraudar o Blockchain seria extremamente caro e demorado. A mineração é um trabalho computacional feito sobre um bloco de transações reais em que os mineradores, associados em conjuntos identificados por Pool, aplicam a função hash SHA-256, adicionando um número chamado Nonce a esse bloco de transações com o objetivo de encontrar um hash válido, iniciado por 19 zeros. Essa busca, estatística e probabilisticamente procurada em conjunto pelos mineradores, cumpre três funções: segurança, consenso distribuído e escassez digital, o que garante ao Bitcoin uma característica tripla e inédita de moeda digital.

Referências Consultadas:

  • NAKAMOTO, S. Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System. 2008.
  • ANTONOPOULOS, A. M. Mastering Bitcoin. 2ª ed. O'Reilly Media, 2017.
  • Bitcoin.org - Documentação Oficial. Disponível em: https://bitcoin.org/
  • Banco Central Europeu. Virtual Currency Schemes. 2012.

Obs.: O texto foi gerado, na forma de rascunho, pela Inteligência artificial da plataforma Adapta.one, mas foi totalmente revisado, complementado e parcialmente formatado pelo Autor, que lhe atribuiu o título e lhe forneceu várias informações abordadas pela IA.

Uilso Aragono (novembro de 2025)


sexta-feira, 31 de outubro de 2025

BITCOIN – UMA NOVA E SURPREENDENTE MOEDA!

 

Este artigo apresenta uma análise educacional sobre Bitcoin baseada em fontes técnicas estabelecidas e documentação oficial. Para aprofundamento, consulte as referências listadas ao final. Apresento um sumário inicial, para uma visão ampla do artigo e, em seguida, o desenvolvimento dos tópicos. (Este blogue foi escrito com ajuda da Inteligência Artificial da plataforma digital Adapta.one.)

Sumário

  • Introdução
  • O Que é Bitcoin (BTC)?
  • Uma História Fascinante
  • Mineração: O Coração do Sistema
  • Descentralização: Liberdade com Responsabilidade
  • Os Três Papéis de uma Moeda
  • Segurança e Transparência
  • Desafios e o Futuro
  • Explicação Detalhada: Sequência Operacional do Registro de uma Transação Bitcoin
    • Fase 1: Início da Transação
    • Fase 2: Propagação na Rede
    • Fase 3: Processo de Mineração
    • Fase 4: Validação e Confirmação
    • Fase 5: Finalização
  • Desafios e o Futuro
  • Conclusão

Você já parou para pensar em como o dinheiro funciona? Desde crianças, estamos acostumados com moedas e notas que carregamos na carteira. Mas e se existisse uma moeda que existe apenas digitalmente, sem banco central controlando-a e que você pudesse enviar para qualquer pessoa do mundo em segundos? Bem-vindo ao Bitcoin, a criptomoeda que está revolucionando a forma como pensamos sobre dinheiro.

O Que é Bitcoin?

Bitcoin é uma moeda digital descentralizada – ou seja, não é controlada por nenhum banco ou governo. Você pode pensar nela como dinheiro puramente eletrônico que funciona através de uma rede de computadores espalhados pelo mundo. Diferente de uma transferência bancária comum, as transações em Bitcoin acontecem diretamente entre as pessoas, sem intermediários.

Uma História Fascinante

Tudo começou em 2009, quando uma pessoa (ou grupo) usando o pseudônimo Satoshi Nakamoto criou o Bitcoin. O objetivo era simples: criar um sistema de dinheiro que funcionasse sem precisar de bancos ou instituições centralizadas. Desde então, o Bitcoin cresceu de um projeto experimental para uma moeda que movimenta bilhões de dólares diariamente.

Mineração: O Coração do Sistema

Imagine que alguém precisa validar as transações em Bitcoin – confirmar que você realmente tem aquele dinheiro para enviar. Essa tarefa fica com os "mineradores". Eles são computadores poderosos que resolvem problemas matemáticos complexos para registrar transações. Como recompensa, recebem novos Bitcoins. Esse processo é crucial porque garante que ninguém trapaceie o sistema.

Descentralização: Liberdade com Responsabilidade

A maior diferença entre Bitcoin e moedas tradicionais é a descentralização. Não existe um "chefe" controlando tudo. Em vez disso, milhares de computadores ao redor do mundo trabalham juntos para manter o sistema funcionando. Isso significa que ninguém pode simplesmente "desligar" o Bitcoin ou mudar as regras do jogo sozinho. É democrático, mas também significa que você é responsável pela segurança de sua própria carteira digital.

Os Três Papéis de uma Moeda

Uma boa moeda deve fazer três coisas: servir como meio de troca (você pode comprar coisas com ela), ser uma reserva de valor (guardar riqueza) e ser unidade de conta (usar como referência de preço). O Bitcoin ainda está se consolidando nesses papéis. Alguns comerciantes já aceitam Bitcoin como pagamento, mais pessoas estão usando como investimento a longo prazo, e seu preço é frequentemente usado como referência em transações.

Segurança e Transparência

O Bitcoin utiliza criptografia – um tipo de código matemático super seguro – para proteger as transações. Cada transação fica registrada em um livro-razão público chamado "blockchain" (cadeia de blocos). Todos podem ver as transações, mas ninguém sabe quem está por trás delas (garantindo privacidade).

Desafios e o Futuro

Apesar do entusiasmo, o Bitcoin enfrenta desafios reais: o preço flutua muito, seu uso energético é alto e regulamentações ainda estão em desenvolvimento. Mesmo assim, sua tecnologia abriu portas para inovações financeiras que estamos apenas começando a explorar.

O Bitcoin não é apenas uma moeda – é uma revolução na forma como pensamos sobre confiança e valor na era digital.

Conclusão

O Bitcoin (abreviadamente: BTC) é uma moeda digital descentralizada, ou um dinheiro eletrônico. Teve início em 2009, tendo sido criada por alguém (ou um grupo) conhecido como Satoshi Nakamoto. As transações são validadas pelos chamados “mineradores”, que são computadores poderosos espalhados pelo mundo inteiro. Tem como objetivo triplo ser meio de troca, reserva de valor e unidade de conta, sendo que, como reserva de valor (de longo prazo,) já está mais avançada. Utiliza criptografia para registrar todas as transações no chamado blockchain, que é uma espécie eletrônica de “livro-razão”. Não é apenas uma moeda, mas uma verdadeira revolução na forma como pensamos sobre confiança e valor na era digital.

 


Explicação Detalhada: Sequência Operacional do

Registro de uma Transação Bitcoin

 

Para entender como o Bitcoin realmente funciona, é importante compreender a Sequência Operacional do Registro de uma Transação Bitcoin através do infográfico que ilustra 10 etapas principais.

(Material educacional original)

 
Diagrama

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

Diagrama

O conteúdo gerado por IA pode estar incorreto.

(Infográfico: Material educacional original)

FASE 1: INÍCIO DA TRANSAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Usuário Inicia (👤): Tudo começa quando você decide enviar Bitcoin. Você usa sua carteira digital (um aplicativo no celular ou computador) e insere as informações necessárias: o endereço de quem vai receber o Bitcoin (seu amigo, por exemplo), a quantidade que deseja enviar e, finalmente, autoriza a transação com sua senha ou chave privada.
  2. Transação Criada (📄): Sua carteira digital gera um registro com todas as informações: quem está enviando, quem vai receber, o valor e uma "assinatura digital" sua que prova que você autorizou essa movimentação. Pense nisso como um cheque assinado digitalmente.

FASE 2: PROPAGAÇÃO NA REDE

(Material educacional original)

 

  1. Propagação para Rede (🌐): Essa transação recém-criada é enviada para a rede de computadores do Bitcoin. Diferente de um banco, onde sua transação vai para um servidor central, aqui ela é transmitida para milhares de computadores conectados globalmente, conhecidos como "nós" da rede Bitcoin.
  2. Mineradores Recebem (💻): Os computadores que atuam como "mineradores" recebem a sua transação (juntamente com muitas outras que estão ocorrendo ao mesmo tempo). Eles as colocam em uma espécie de "lista de espera" ou "pool de memória", aguardando para serem processadas.

FASE 3: PROCESSO DE MINERAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Mineradores Competem (🏃): É aqui que a "mineração" acontece. Milhares de mineradores em todo o mundo começam a trabalhar intensamente para resolver um problema matemático extremamente complexo. É uma competição para ver quem encontra a solução primeiro.
  2. Problema Matemático Resolvido (🧩): Um dos mineradores é o primeiro a encontrar a solução para o problema matemático. Essa solução é um código especial (chamado "nonce") que, quando combinado com os dados das transações e do bloco anterior, gera um resultado específico (um "hash": sequência fixa e única de caracteres) que a rede aceita. Esse processo leva, em média, cerca de 10 minutos para cada bloco.

FASE 4: VALIDAÇÃO E CONFIRMAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Bloco Validado (): Assim que um minerador encontra a solução e propõe um novo "bloco" de transações, os outros mineradores da rede verificam se a solução está correta e se todas as transações dentro desse bloco são válidas e legítimas. Eles chegam a um consenso de que o bloco é bom.
  2. Bloco Adicionado à Blockchain (⛓️): Com a validação da maioria da rede, o novo bloco é anexado permanentemente à Blockchain – a grande cadeia de blocos de transações. Uma vez que sua transação está neste bloco, ela se torna parte do histórico público e imutável do Bitcoin.

FASE 5: FINALIZAÇÃO

(Material educacional original)

 

  1. Minerador Recebe Recompensa (🪙): O minerador que resolveu o quebra-cabeça e teve seu bloco validado recebe sua recompensa. Essa recompensa inclui Bitcoins recém-criados e as taxas de transação pagas pelos usuários de todas as transações que estavam naquele bloco.
  2. Transação Confirmada (🎯): Sua transação está agora oficialmente confirmada e é permanente. Seu amigo já pode ver o Bitcoin na carteira dele. A segurança da transação aumenta ainda mais com cada novo bloco adicionado à blockchain após o seu, tornando-a praticamente irreversível após algumas confirmações.

Resumo da Lógica Temporal:

  • Segundos: Sua transação é criada e propagada pela rede.
  • Minutos: Mineradores competem para incluí-la em um novo bloco (em média 10 minutos por bloco).
  • 1 Hora: Sua transação é incluída em um bloco e adicionada à blockchain, recebendo algumas confirmações.
  • Horas: Confirmações adicionais são adicionadas, aumentando a segurança e irreversibilidade da transação.

Por Que Isso Importa?

  • Descentralizado: Nenhuma autoridade central (banco ou governo) controla o processo.
  • Seguro: A criptografia avançada e o processo de consenso impedem fraudes.
  • Transparente: O registro na blockchain é público e pode ser verificado por qualquer pessoa.
  • Imutável: Uma vez confirmada, uma transação é praticamente impossível de ser alterada ou desfeita.

No próximo blogue explicaremos, com algum detalhe, o que significa a “mineração”, constituída pela busca da solução de um “problema matemático complexo”, que é conhecido também como Proof-of-Work (a prova de trabalho).

 

Referências Consultadas:

  • NAKAMOTO, S. Bitcoin: A Peer-to-Peer Electronic Cash System. 2008.
  • ANTONOPOULOS, A. M. Mastering Bitcoin. 2ª ed. O'Reilly Media, 2017.
  • Bitcoin.org - Documentação Oficial. Disponível em: https://bitcoin.org/
  • Banco Central Europeu. Virtual Currency Schemes. 2012.

Obs.: O texto foi gerado, na forma de rascunho, pela Inteligência artificial da plataforma Adapta.one, mas foi totalmente revisado, complementado e parcialmente formatado pelo Autor, que lhe atribuiu o título e lhe forneceu várias informações abordadas pela IA.

Uilso Aragono (outubro de 2025)

Quem sou eu

Minha foto
Sou formado em Engenharia Elétrica, com mestrado e doutorado na Univ. Federal de Santa Catarina e Prof. Titular, aposentado, na Univ. Fed. do Espírito Santo (UFES). Tenho formação, também, em Filosofia, Teologia, Educação, Língua Internacional (Esperanto), Oratória e comunicação. Meu currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4787185A8

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